como tomar os óleos essenciais?

Várias vias de administração são possíveis.

Descubre-as.

A VIA RESPIRATÓRIA

a via respiratória

Os óleos essenciais são absorvidos pelas mucosas respiratórias, mas também estimulam os recetores olfativos localizados na parte superior das vias nasais. Desta forma, a informação é transmitida ao sistema límbico, uma área estratégica do cérebro que governa as emoções e o comportamento. O efeito pode, portanto, ser físico... e psicológico.

Vantagem: É uma via de administração simples e rápida, especialmente para a esfera respiratória superior (nasofaringe, sinusite...). Também proporciona uma atmosfera agradável, perfumada... e eficaz (respiratória, antisstress, sono...).

Como?

Os óleos essenciais podem ser difundidos (usando um difusor adequado) ou pulverizados no ar ambiente (usando um spray sem gás propulsor) mas também nos lenços (para promover o sono ou manter os mosquitos afastados, por exemplo) e por inalação (húmida ou seca, num lenço). Mas também se pode aproveitar ao máximo durante as massagens, banhos (ou no duche) ou simplesmente quando se aplicam algumas gotas de óleo em pontos estratégicos (como as pregas do pulso), para respirar profundamente: as sensações tácteis e sensoriais complementam-se perfeitamente.

A VIA CUTÂNEA

a via cutânea

É a "via real", porque os óleos essenciais, que são lipofílicos - ou seja, miscíveis numa substância gorda -, são capazes de atravessar rapidamente a epiderme e as diferentes camadas da pele para alcançar a microcirculação periférica e depois a corrente sanguínea. 

Vantagem: É uma via de administração de ação rápida e de longa duração.

Como?

O óleo essencial pode ser aplicado (puro ou diluído, dependendo das recomendações específicas de cada um) em pontos estratégicos (pulsos, plexo...), em áreas localizadas (contraturas), em massagens corporais ou banhos (neste caso, os princípios ativos voláteis dos óleos essenciais transportados por vapor de água também serão benéficos através das vias respiratórias).

A VIA ORAL

a via oral óleos essenciais

Embora sejam muito úteis e eficazes para as patologias do aparelho digestivo, fígado e rins, alguns óleos essenciais não podem ser administrados por via oral devido à sua toxicidade; é essencial consultar o seu farmacêutico ou médico antes de tomar os óleos essenciais por via oral.

Vantagem: Permite uma dosagem muito precisa dos óleos essenciais, que deve ser escrupulosamente respeitada, tal como a sua utilização deve permanecer limitada.

Como?

Os óleos essenciais nunca devem ser colocados diretamente na boca (podem irritar ou queimar as mucosas), mas utilizar sempre um suporte: cubo de açúcar, colher de mel ou óleo vegetal comestível, ou melhor: num comprimido neutro (muito prático e recomendado para pessoas com uma dieta sem açúcar ou diabéticos, vendido em farmácias).

Mas não se esqueça, tenha cuidado! Antes de engolir um óleo essencial, é imperativo verificar se o pode fazer!

 

RESERVAS

As passagens rectal e vaginal são bastante ocasionais e reservadas às preparações magistrais feitas nas farmácias, mediante receita médica. Nenhum óleo essencial deve ser injetado por via intramuscular, ou instilado nos olhos, ou aplicado sem diluição numa zona irritada ou sensível, no canal auditivo ou nas zonas anogenitais.

Utilizar as plantas e os óleos essenciais com cuidado. Antes de cada utilização, leia atentamente as informações e precauções de utilização.

Excertos do Guia "48 óleos essenciais indispensáveis para se cuidar de forma diferente" da Top Santé.

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